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Criatividade no trabalho

  • Matosalem de Freitas Jr
  • 15 de dez. de 2016
  • 2 min de leitura

Dias atrás fiz um post sobre Inovação, ou melhor, sobre Inovação Disruptiva que é o termo ampliado.

Volto a esse tema porque ele é um item importante da agenda atual dos profissionais. É mais uma habilidade/capacidade que tenho que mostrar, isto é, tenho que ser um profissional criativo.

Criatividade. Como me tornar criativo? Onde se aprende? Se aprende?

Relaciona-se a criatividade como se fosse um dom ligado a tendências artísticas, tenho ou não tenho. Se considerarmos essa linha de pensamento teremos o conflito do mundo racional e técnico com o mundo da criação e do improviso. São excludentes, ou sou técnico ou sou artista.

Como posso ser criativo se todo meu trabalho é pautado por metodologias, por regras, procedimentos e formulários? Há um passo-a-passo a seguir, e por segui-lo corretamente sou considerado um ótimo profissional.

Temos aqui uma boa questão a ser refletida.

Outro ponto de vista sobre a criatividade é o lado da genialidade, quero dizer, será que somente os gênios são criativos? Do nada surge uma incrível e inovadora ideia numa mente genial.

Todas as grandes descobertas da humanidade foram feitas por gênios? Será? Mesmo que tenham sido, não houve sobre as descobertas um aprimoramento? Quem aprimorou uma ideia bruta (genial) também não contribui para a evolução das coisas?

Trabalhar sobre uma ideia para torná-la mais aplicável é uma tremenda ação de criatividade. Fazemos melhorias sem parar, logo podemos entender que existe a genialidade convivendo perfeitamente com a criatividade. Há espaço para a inspiração e a transpiração.

Todos nós podemos ser criativos, que é melhorar alguma coisa que fazemos.

A Inovação Disruptiva traça uma linha diferente, que é romper como que fazemos e fazermos algo totalmente diferente, não é evolução de continuidade, é descontinuar uma trajetória e iniciar outra. Isso não é fácil sob todos os aspectos.

Penso que incorporar o “drive” criativo no nosso dia-a-dia já é um grande diferencial. Para que isso ocorra preciso:

  1. Perder o medo de arriscar, pois irei propor mudanças em algo que existe e funciona;

  2. Ter o impulso do não conformismo com as coisas e o incômodo pela repetição rotineira;

  3. Conseguir construir sobre algo que já está construído, o que se chama piramidar ideias;

  4. Ter repertório, ter diversidade de conteúdos, pois ideias novas são somas de pequenos componentes de outras (senão caímos na genialidade).

Os itens acima (“drive”), faz com que toda e qualquer atividade seja desafiadora. Podemos aplicá-los em trabalhos altamente regrados por metodologias. Na execução de pequenas coisas temos espaço para aplicar esses 4 pontos, gerando ambientes de desafio para a criatividade, sem descaracterizar o método ou o processo.

Creio fortemente que a maior motivação de um profissional, que o torna feliz por estar fazendo algo, é o desafio da sua capacidade, é o enfrentamento de algo que nunca fez e que tem que descobrir como fazer. Se superar e se tornar em consequência disso, maior. Se não passarmos por isso nas nossas vidas, elas serão monótonas demais e não teremos nenhuma estória para contar sobre elas.

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