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Inovação, liderar ou ir a reboque?

  • Matosalém de Freitas Jr
  • 13 de dez. de 2016
  • 2 min de leitura

Hoje nas corporações, que intitulamos estar na era da disrupção, não poderíamos negligenciar e não termos uma função que pense em inovação.

Inovação disruptiva, esse é o termo do momento, criado, ou melhor, modernizado a partir de um outro termo, destruição criativa (de 1939). Dá para ver que o assunto não é tão novo assim.

Obviamente que a presença cada vez mais intensa da tecnologia da informação em todos os setores da vida social e econômica, faz com que coisas novas e ideias diferentes surjam a cada instante, não há como freiar, ainda bem. Precisamos organizar e dar direção.

As empresas se mobilizaram para atuar nesse cenário com funções e com mudança de cultura, isto é, cargos com títulos arrojados para cuidar da inovação e treinamento para os funcionários desenvolverem seu lado empreendedor (intraempreendedores). Será que isso dará para as empresas as respostas que elas precisam?

Todos podem ser criativos e inovadores nas suas atividades simples e cotidianas de trabalho? Sim é a resposta óbvia, mas será que faremos isso? Se mudarmos a forma de prender papéis com clips, fazendo com que os papéis fiquem mais firmes, o manuseio seja mais ágil e ainda utilizaremos menos clips por quantidade de folhas presas, isso é inovação? Sou um intraempreendedor se criar algo assim? Se todos forem assim a empresa se transformará. Creio que não seja por aí o caminho.

O assunto é vasto e denso para termos a resposta numa frase. Isso passa por ter (ou não ter), a definição papel de cada funcionário, por metas, por motivação, por plano de carreira, por feed-back, por visão de futuro, por projetos, por foco no mercado etc etc.

E quanto ao responsável por trazer inovação para a empresa, qual é sua missão? Ser uma grande antena para captar todas as inovações que o mundo produz, entendê-las, filtrá-las, trazê-las para a organização e fazer com que todos as adotem, será isso?

Inovar em quê? Mudanças que melhorem a percepção de qualidade para nossos clientes? Preço? Segmentação? Menor leed-time? Menor time-to-market? Maior facilidade de uso dos nossos produtos? Menores custos de produção? Menor re-trabalho? Maior engajamento das pessoas?

Se inovar é mudar e se queremos sempre mudar para melhor em todas as áreas, então o responsável por inovação nas empresas tem a função mais importante, a mais crítica e a de maior pressão de todas, pois tudo dependerá dele. Penso que também não é esse o caminho.

Inovar ou atuar de maneira diferente da que atuávamos, ou para sermos coerente com esse texto que fala de modernidade, se formos inovadores de forma disruptiva, precisamos ter isso na estratégia do negócio. Incentivar o fazer diferente e pensar em: "por quê não?".

Em cada projeto de trabalho tem que se perceber o componente de inovação sendo buscado, não por uma pessoa, mas pela organização como um todo que se movimenta na direção da novidade, isso contagia. A estratégia causa o contágio pela inovação e num ambiente assim construído, os papéis de intraempreendedores e gestores de inovação fazem sentido e produzem frutos.

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